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Às Cavalitas do Vento

Seg | 18.06.18

páginas salteadas | o pão que a Amazona amassou

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Quando tiverem vontade de soltar o Grito do Ipiranga e sacudir as energias sem samba no pé, experimentem deitar as mãos na massa e recriar o pão que a Amazona amassou, que é como quem diz confecionar a receita de pão de açaí do Páginas Salteadas de junho, inspirada no livro da coleção Uma Aventura: Na Amazónia. Quero ouvir dizer "ai caraca"! E se sentem que precisam de amansar a fera que ruge dentro da vossa alma e que tanto anseia desbravar a selva urbana, refresquem-se com um néctar tropical da guerreira com bebida de coco e maracujá. É show dji bola, minha gentji. Lindo como ele só!

 

Chiu! Não digam a ninguém que fui uma criança que fugia a sete pés de quem lhe quisesse impingir um tomo de obra de Ana Maria Magalhães e Isabel Alçada. As razões? Bem, a primeira de um extenso rol encontra raízes no facto de a minha infância ter sido pautada pela mágoa de saber o apelido Alçada estagnado no comprido e pomposo nome da minha mãe, que decidiu deixar o seu legado para segundas núpcias e com o sobrenome da árvore da azeitona - infelizmente, de acordo com o site Forebears, não faço parte das 475 pessoas agraciadas com o substantivo feminino que tem origem no Latim altiare e se faz valer de uma impetuosa importância jurídica e biblíca. A segunda causa? Não conseguia acompanhar a velocidade dos lançamentos em papel e dos episódios da série da SIC. Lá no fundo eu queria um Cristóvão Campos só para mim, mas esse sonho nunca deixou de vestir a pele de um devaneio quimérico de uma miúda de 12 anos. Mais uma vez fiz questão de cortar relações e viver de costas voltadas para a coleção das escritoras. Perdoem-me!

 

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No domingo passado reinaugurámos a cozinha do Ninho do Vento, depois de um mês de obras intensivas, durante o qual tão longe estivemos do nosso Pantanal em tons de madeira e verdes penetrantes. Com um gingar de anca ao som do dedilhar da guitarra de Júlio Pereira em a Dança da Lua Cheia, deixei o meu espírito leve e solto viajar até à maior floresta húmida do planeta Terra e ser tronco dos rugidos felinos que rasgam a noite a céu aberto. 

 

Pão da Amazona

Ingredientes

500 gramas de farinha de trigo sarraceno (Seara)
1 colher de chá de fermento
200 gramas de polpa de açaí (Brasfrut)
Duas colheres de sopa malte de cevada (Cem Porcento)
Uma pitada de flor de sal
Uma mão cheia de arandos picados
Dois ovos (Matinados)
Uma colher de sopa de óleo de coco (Origens) para untar a forma

 

Néctar da Guerreira

Ingredientes

Um maracujá e meio
200 ml de leite de arroz e coco (Natumi)
1 colher de chá de açúcar de coco
Sementes de girassol

Ao jeitinho do Ninho do Vento

Vertam as 500 gramas de farinha numa taça; de seguida abram um buraco no centro com os dedos, para que os restantes ingredientes possam ocupar esse espaço. Agora resta-vos colocarem as mãos na massa. Amassem a vossa mistura, envolvendo-a suavamente até criarem um fio condutor, homogéneo, entre todos os detalhes da vossa composição culinária. De seguida untem uma forma inglesa com o óleo de coco, adicionem a massa e levem ao forno a 180 graus até o vosso pão estar cozinhado. Sirvam com manteiga de amêndoa biológica ou compota caseira de manga, acompanhado da vossa bebida tropical de coco e maracujá. E fiquem a saber que caso não consigam fatiar a felicidade pelo vosso Ninho durante o fim de semana, podem torrar o pão ao pequeno-almoço e utilizar queijo vegan da Gopal (à venda no Foodprintz Café, no Rato) como topping

 

Acompanhem as receitas das bloggers do projeto Páginas Salteadas:
Catarina Sousa, Joan of July
Vânia Duarte, Lolly Taste
Andreia Moita, Andreia Moita Blog

Ter | 05.06.18

The Body Shop | Celebrar o Dia Mundial do Ambiente com o lançamento dos novos Body Yogurts 100% vegan

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Quando foi a última vez que acordaram, se soltaram do peso dos lençóis e aproveitaram os primeiros dez minutos da vossa manhã para estarem sozinhos convosco, totalmente concentrados na vossa respiração e recetivos à energia positiva que o mundo tem para vos oferecer? Enamorem-se pela luz natural do sol, que entra mansamente pela janela, e deixem que ela ilumine o vosso dia, o vosso Ninho (do Vento, o meu). Afastem as cortinas, subam as persianas e sintam o calor do samba no pé. Vivam com o lema #slowlivingbomfeeling ancorado no coração.

 

Sabiam que hoje, 5 de junho, celebramos o Dia Mundial do Meio Ambiente? E que as mais pequenas mudanças dos nossos hábitos quotidianos podem contribuir para a conquista de um planeta mais sustentável? Compreender a importância do equilíbrio do ecossistema torna-se cada vez mais preponderante e transversal a todas as nossas rotinas.

 

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O simples ato de nutrir o corpo durante a manhã pode ser cada vez mais consciente e revelador da prática dos três "Rs" da sustentabilidade: reduzir, reutilizar e reciclar. Num duche podem gastar cerca de 25 litros de água, se demorarem apenas cinco minutos. Cinco minutos, vejam só! Sejam rápidos, não desperdicem. E, de caminho, contornem também a produção excessiva de cosméticos com opções vegan e cruelty free, como aquelas que podem encontrar, atualmente, em qualquer loja The Body Shop. Podem demorar-se sim na hidratação do vosso corpo com os novos Body Yogurts 100% vegan, cuja absorção da pele é tão rápida quanto a duração de uma Story na vossa conta de Instagram. Dermatologicamente testados, ideais para peles sensíveis, sem parafina ou óleos essenciais, estas novas caixinhas-maravilhas estão disponíveis em seis aromas: morango, manga, leite de amêndoas, coco, moringa, rosas britânicas e banana - esta última é edição especial e limitada, e, nem a propósito, o meu cheirinho favorito! Além disso, este mega lançamento, que teve lugar no Pop Cereal Café, no passado mês de maio, revelou o quão leves e apetitosos podem ser na pele estes travos de perder o juízo e de dar a volta à cabeça. Também com glicerina de origem vegetal e ácido hialurónico biofermentado, os Body Yogurts da The Body Shop oferecerem 48 horas de hidratação. Um must have à cabeceira e na mala de praia, a seguir a um dia de exposição solar e de mergulhos na água do mar.

 

Já no que respeita à alimentação, não precisam de viver no campo para usufruírem de ingredientes saudáveis, sem antibióticos, pesticidas ou aditivos químicos. Uma refeição serena e pausada é essencial para começar o dia com boas vibrações. Experienciem o sabor, a textura e os tons do vosso pequeno-almoço, sintam prazer no singelo ato de parar para comer e adocem o paladar. O meu dia só fica perfeito com uma taça de iogurte da marca alemã Harvest Moon, obtido a partir de bebida vegetal de coco fresca ou de castanha de caju. "Let's go dancin' in the light", convido-vos ao som de melodia de lua cheia de Neil Young. Experimentem começar o dia com este snack biológico isento de glúten, produtos láteos, soja ou açúcar adicionado, combinando-o com granola e o vosso amor d'água fresca, as frutas de verão que já não vos saem do pensamento. Saudáveis, consistentes, cruelty free e amigos do ambiente! E ainda têm como plus a vantagem de serem bastante ricos em gordura, que fazem com que nos sintamos saceados durante algumas horas.

 

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Se não tiverem tempo para tomar o pequeno-almoço em casa, porque ficaram na ronha até mais tarde, e se trabalharem perto do Rato, o café do bem Foodprintz: food, yoga & education tem à vossa disposição a Granola In A Jar, um frasco em três camadas com flocos de aveia, óleo de coco, geleia de agave, sementes de abóbora, amêndoas, frutos vermelhos e iogurte de coco caseiro. Lisa Dickman, responsável pelo espaço e amiga do coração, ensinou-me a meditar na primeira refeição da manhã, de olhos fechados, totalmente focada no momento presente e no sentido da degustação, o paladar.

 

E já que estamos a permitirem-nos ser, sair da nossa roda mental e respirar, porque não aproveitamos o fim de semana para recuperar caixas de cartão esquecidas no armário, criar as nossas próprias peças em macramé, restaurar móveis antigos e confecionar velas de soja em cerâmicas para protegermos a nossa saúde e dos nossos animais de quatro patas? Vamos reautilizar ao máximo e dinamizar a economia! É terapêutico e uma forma de acarinharmos a Mãe-natureza como ela merece.

 

 

*Este artigo foi escrito em parceira com a The Body Shop, mas a minha partilha é real e transparente.